Hoje decidi mudar um pouco de assunto e abordar o tema sobre a Retomada do Crescimento no Brasil. Espero que gostem.
Muito se tem discutido sobre o
tema da Retomada de Crescimento, mas por mais que se debata, fica difícil
encontrar o início do fio condutor que poderá nos trazer de volta, o tão
sonhado crescimento do País.
Acreditem, divago sobre várias
possibilidades com meus amigos e nas discussões, sempre existe um senão, um
talvez, um por quê, e, por fim não chegamos a nenhum entendimento comum.
Saindo um pouco destes debates
viciosos, nos quais não se encontram soluções, decidi analisar a MP 727/2016 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Mpv/mpv727.htm), a qual foi criada em 12 de maio de 2016 e
aborda fundamentalmente o Programa de Parcerias de Investimentos - PPI
destinado à ampliação e fortalecimento da interação entre o Estado e a
iniciativa privada por meio da celebração de contratos de parceria para a
execução de empreendimentos públicos de infraestrutura e de outras medidas de
desestatização.
Como ponto de atenção, antes de
discutirmos o cerne desta questão, primeiramente devemos lembrar a situação
caótica em que se encontra o Cenário Político Nacional, pois temos que ter em
mente que a instabilidade da disputa política, coloca em cheque o interesse
maior que é o crescimento do nosso País. Desta forma, em passo acelerado,
entendo que este quadro pode se solucionar no momento em que efetivamente o
Governo Interino se tornar de fato Oficial e deixarmos definitivamente para
trás as mazelas que prejudicaram o Brasil e por que não, a Sociedade
Brasileira.
A partir deste ponto, acredito
que teremos o inicio de um novo ciclo econômico positivo, com o regresso da
confiança Internacional e a volta do otimismo da população. Neste momento de
inflexão, importante se faz lembrar do Plano Editado na MP 727/2016 que poderá
ser umas das fortalezas estratégicas para efetivamente se poder viabilizar a
migração das pesadas estruturas públicas, para as estruturas privadas que com
certeza são mais ágeis e possuem um modelo de gestão mais adequado para os
novos tempos.
Em paralelo, pensando na implantação do Estado
Mínimo, no qual se procura intervir o mínimo possível na economia do país, na
expectativa de que tal procedimento maximize o progresso e a prosperidade do
país, entendo que existem algumas controvérsias, pois como já dizia Aristóteles
“Os extremos são vícios. No meio deles é que está a virtude.”, ou seja, devemos
procurar adequar um modelo voltado ao Capitalismo, sem esquecer que um País
subdesenvolvido possui uma grande população carente que necessita de auxílio e se
deve proporcionar ferramentas para que eles também consigam ser inseridos em
algum momento, neste novo sistema.
Voltando ao tema, entendo que a MP 727 veio para
destravar a burocracia excessiva do Controle do Estado, buscando ampliar e
fortalecer a interação entre ele e a Iniciativa Privada.
A medida parece louvável e
poderá, após a resolução do problema político, proporcionar uma rápida reação
do Mercado, o qual espera avidamente por oportunidades de se poder investir em
um País que tem um potencial incrível de crescimento, pois como podemos
confirmar no site da CNI (Confederação Nacional das Indústrias), http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2016/06/1,89712/problemas-historicos-de-infraestrutura-do-pais-podem-ser-transformados-em-oportunidade-de-investimentos.html
, o Brasil investe apenas 2,3% de seu PIB em Infraestrutura, sendo que os
Chineses que também fazem parte dos BRICs, investem 13,4%, ou seja, existe
muito espaço para parcerias e muito trabalho a fazer.
Para os saudosistas, afirmo e
tenho certeza que o Brasil é nosso, mas precisamos quebrar barreiras legais,
para que as inovações e novas tecnologias ingressem rapidamente no nosso País,
nos tornando mais competitivos e nos posicionando mundialmente em um lugar de
destaque.
O Brasil merece!